Espaço destinado aos assuntos relacionados com o agronegócio fruticultura Gestor: Luiz Martelleto
quarta-feira, 27 de maio de 2020
quinta-feira, 17 de outubro de 2019
#12019 Experimento de banana na Rural
Neste experimento estamos avaliando diferentes tamanhos de mudas do tipo Chifrão na formação do bananal da cultivar BRS Princesa.
domingo, 13 de outubro de 2019
sexta-feira, 19 de maio de 2017
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
| Atualidades da Florida – Agosto de 2013 |
04/09/2013
Publicado em 29/08/2013,br. Atualidades da Florida – Agosto de 2013 Em recente viagem à Florida, o consultor Gilberto Tozatti relata os avanços tecnológicos e atualidades da citricultura nos aspectos técnico e econômico. A citricultura da Florida chegou a produzir em 2004 mais de 240 milhões de caixas, em decorrência da recuperação de seus pomares antes afetados pelas geadas da década de 80, utilizando-se de tecnologia, tais como; irrigação localizada, adensamento de plantas, porta-enxertos mais adaptados, agricultura de precisão, entre outras. Mas, devido uma sequencia histórica de destrutivos furacões e a consequente disseminação do cancro cítrico e na tentativa de erradicação da doença, o estado da Florida perdeu um terço de sua área produtiva de citros, colocando em risco sua sustentabilidade. Não bastasse a ocorrência destes eventos em 2005 surgiu o HLB ou Greening; doença devastadora que tomou praticamente todo o estado sem dar condições de uma rápida reação por parte do setor produtivo em combate-la de forma eficiente. De lá para cá, devido a experiência amarga da erradicação de plantas por Cancro Citrico, os produtores não estavam motivados a erradicar as plantas sintomáticas de HLB, embora não tenham deixado de controlar de forma cada vez mais agressiva o psilidio – vetor da doença. Da mesma forma que ocorre no Brasil, o numero de pulverizações vem aumentando a cada ano; na ânsia de conter o nível de infecção da doença e seu avanço. O uso de inseticida sistêmico é cada vez mais intenso, porem respeitando-se os limites impostos pela legislação local. E o resultado desta técnica tem sido animador, principalmente quando utilizado em replantas. O sistema de replantas por sua vez, que consiste em substituir as plantas sintomáticas e conduzi-las com manejo nutricional e controle do vetor, tem dado excelentes resultados em sua condução. Na maior parte das situações parece valer a pena o replantio, desde que as replantas sejam muito bem conduzidas. Uma das coisas que mais chama a atenção dos brasileiros que visitam a Florida é a capacidade de adaptação e atitude que o povo americano demonstra diante dos desafios que surgem na citricultura. Um dos aspectos técnicos que devíamos aplicar no Brasil é o controle regional do vetor. Cada dia que passa mais produtores adota este sistema de controle do psilidio, e menor é a incidência regional da praga que no passado encontrava-se em alta população na Florida. Mesmo os produtores com atitude de liderança chegam a conduzir seu próprio controle regional motivando seus vizinhos através de comunicação simples por email e envio de mapas do Google, sem custos, e com resultados animadores. O sistema radicular da planta é o grande tema do momento. Preserva-lo a todo custo é fundamental para o convívio com o HLB. Mas, se houver algum outro fator associado à doença, que afete o sistema radicular, como por exemplo, Phytophtora (Gomose), Nematoide, ou Besouros de Raiz, a planta sintomática de HLB apresenta declínio rápido e certo, mesmo com o uso de aportes nutricionais. O uso de nutrientes como o Fósforo, Cálcio, e Boro visando o sistema radicular têm sido fundamental nos tratamentos nutricionais, principalmente via solo. E o uso de matéria orgânica passou a ser um item importantíssimo na preservação do sistema radicular; seja com o uso de fertilizantes orgânicos ou organominerais, bem como os condicionares de solo. Trabalhos científicos já comprovam esta técnica. Um tema apresentado na Citrus Expo 2013 que chamou a atenção é o uso da termoterapia como ferramenta para eliminar ou reduzir a titulação da bactéria do HLB dentro da planta. Com o uso de uma câmara de plástico para promover o aquecimento da planta sintomática, durante um período de no mínimo 48 horas a uma temperatura máxima de 40-42 graus Celcius, é possível manter a planta sem a bactéria por dois anos, monitoradas por análises de PCR. Isto abre uma nova perspectiva para manter as plantas sem o efeito da doença por mais tempo, nas condições da Florida, e pode explicar porque em regiões mais quentes a doença é mais lenta, ou até mesmo porque as plantas se mostram mais saudáveis no período do verão quando as temperaturas são mais altas. Numa situação de possível convívio com a doença esta técnica, a ser melhorada, poderá fazer parte do ferramental que hoje os americanos desenvolveram para o convívio com a doença até o surgimento da nova geração de plantas – as transgênicas. Por sua vez a transgenia, ou plantas geneticamente modificadas (OGM), ainda tem um longo percurso a percorrer segundo os pesquisadores americanos. Embora já existam plantas no campo sendo testadas e com bons resultados, levará muito tempo para que isto se torne uma realidade prática. Quanto à produção do estado da Florida fica evidente o declinio da mesma para os próximos anos. Embora os produtores estejam adotando em sua maioria técnicas para o convívio com a doença, o seu avanço é implacável. Na ultima safra houve uma redução de 9%, devido a queda acentuada de frutas, sem precedentes na historia da citricultura da Florida. A estimativa da USDA anunciava no inicio da safra passada 154 milhões de caixas, e ao final da mesma a produção encerrou com apenas 138 milhões de caixas. Este ano a produção deverá ser 6% menor em relação à passada, ou seja, próxima de 130 milhões de caixas. A primeira vegetação pós-florada não foi muito boa e os frutos estavam pequenos e atrasados (visita pessoal em maio de 2013). No entanto, a segunda vegetação de verão foi mais intensa e vigorosa devido a abindancia de chuvas, mas não o suficiente para recuperar o prejuízo. Ainda, se considerarmos a possível queda futura de frutos devido ao HLB, como aconteceu na safra passada, e de floradas múltiplas presente, podemos prever uma produção em torno de 120 milhões de caixas, simplesmente metade da safra de 2004. Toda esta situação pode ser uma oportunidade comercial para o Brasil no curto prazo, pois força os EUA a importar mais suco para atender a sua demanda interna, em que pese o consumo americano esteja ainda caindo devido às inúmeras bebidas concorrentes no mercado. A economia americana vem aquecendo é verdade, mas não será suficiente para aumentar o consumo de suco de laranjas. Isto nos remete à necessidade estratégica de maiores investimentos em nosso mercado interno para o consumo de suco de laranja, pois o crescimento do consumo só é potencial nos países emergentes, como o Brasil. Mas, se por um lado em termos comerciais o declínio da citricultura possa ser uma oportunidade para o Brasil no curto prazo, por outro lado, o decréscimo da produção americana influenciará negativamente no montante de recursos financeiros destinados à pesquisa do HLB e no marketing do suco de laranja, prejudicando de uma forma indireta o nosso país. Para o enfrentamento destes desafios o esforço deve ser conjunto; internamente ou mesmo externamente com os outros países produtores. Nossos concorrentes não então dentro do agronegócio citrícola e sim fora dele. O Consultor Gilberto Tozatti – GCONCI, organizou a 23ª Missão Técnica à Florida e viajou sob os auspícios da Biofosfatos do Brasil, SaniCitrus – Mudas Cítricas e All Plant. |
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Miracema RJ: Cultivo de uvas em Cambuci é referência para agric...
Miracema RJ: Cultivo de uvas em Cambuci é referência para agric...: O cultivo de uvas, uma alternativa de aumento da renda familiar com retorno rápido sobre o investimento, está despertando o interesse de ...
quarta-feira, 24 de abril de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Abóbora com camarão
4 abobrinhas maduras
200 g de camarões limpos
1 tomate
uma cebola
leite de coco
Óleo de dendê
Uma colher de polvilho de trigo
terça-feira, 14 de agosto de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)



